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Mulheres que ocupam espaços e transformam Pojuca

No campo, na saúde e nas ruas da cidade, histórias de força, cuidado e protagonismo mostram como mulheres constroem diariamente o futuro do município.

Ações Especiais
Domingo, 08 de março de 2026.
Prefeitura Municipal


Pojuca não é feita apenas de ruas, casas e prédios. A cidade é construída todos os dias pelas pessoas que ocupam seus espaços e transformam realidades. Entre elas, estão mulheres que, com coragem, sensibilidade e determinação, ajudam a escrever a história do município.

No campo, a força feminina brota junto com a terra. Entre o sol forte e o trabalho diário, mulheres agricultoras cultivam mais do que alimentos: cultivam esperança e sustento para muitas famílias.

A agricultora Daniela Cruz, de 34 anos, conhece bem essa realidade. Há mais de 15 anos trabalhando na agricultura, ela fala com orgulho sobre a missão de quem vive do campo. “Trabalhar com a terra é muito bom. A gente trabalha para aqueles que moram na cidade”, conta.

Apesar das dificuldades, como enfrentar o sol forte, a chuva e muitas vezes precisar deixar os filhos em casa, Daniela afirma que o sentimento de realização supera qualquer desafio. “Fico realizada quando os alimentos que a gente planta chegam à mesa das pessoas.” Neste Dia Internacional da Mulher, ela deixa uma mensagem de incentivo: “Feliz Dia das Mulheres. Que a gente continue nessa batalha, porque tenho muito orgulho de ser mulher do campo.”

Nos espaços da saúde, o cuidado também tem rosto feminino. Enfermeiras e profissionais da área dedicam seus dias a acolher, orientar e cuidar de quem mais precisa. Em cada gesto, cada atendimento e cada palavra, o trabalho dessas mulheres transforma rotinas técnicas em gestos de acolhimento e esperança.

Para a enfermeira Naiana Oliveira, de 44 anos, a escolha pela profissão nasceu de uma experiência pessoal marcante. Quando tinha 17 anos, acompanhou o pai durante um período de internação hospitalar. “Foi ali que percebi a importância de cuidar do outro”, relembra.

Mesmo enfrentando a dor de um desfecho que não foi positivo, aquela experiência se transformou em motivação. Hoje, com 20 anos dedicados à área da saúde, Naiana afirma sentir orgulho da profissão. “Ser mulher nessa profissão me honra muito. A área da saúde tem muitas mulheres e eu me sinto acolhida e produtiva nesse cenário.” Para outras mulheres, ela deixa uma palavra que define sua trajetória: resiliência. “Ser mulher é muito bom”, afirma.

Pelas ruas da cidade, outras histórias também se movimentam. Mulheres que pedalam, trabalham e seguem firmes em suas rotinas mostram que ocupar a cidade também é exercer liberdade e cuidar de si mesma.

A ciclista Elma de Jesus, de 32 anos, encontrou no esporte uma forma de transformar sua vida. Pedalando há seis anos, ela conta que o ciclismo trouxe benefícios que vão além da saúde física. “O que mais me motivou foi a alegria de pedalar, fazer amizades e cuidar da saúde”, explica.

Elma também revela que começou a pedalar após descobrir que estava pré-diabética. Desde então, o esporte ajudou a mudar não apenas o corpo, mas também a mente. “Mudou minha vida física e psicológica”, afirma.

Para ela, o esporte também tem sido um espaço cada vez mais ocupado pelas mulheres. “Hoje vemos mais mulheres no ciclismo e no esporte em geral.” Sobre o significado de ser mulher, ela resume com simplicidade e força: “Ser mulher é poder acordar, vencer na vida, trabalhar e ser feliz.” E deixa um incentivo para outras mulheres: “Que procurem mais o esporte e ocupem a mente com atividade física.”

Histórias como essas mostram que, em diferentes espaços, as mulheres seguem construindo caminhos, enfrentando desafios e inspirando outras pessoas ao seu redor.

Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, Pojuca celebra cada uma delas. Mulheres que, com sua presença, força e dedicação, não apenas ocupam seus lugares na sociedade, mas ajudam a transformar diariamente a história da cidade.

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