Encontro sobre saúde mental e autocuidado feminino é destaque em Pojuca
Setembro Amarelo mostra a importância do acolhimento e a necessidade de buscar apoio

Em alusão ao Setembro Amarelo, a Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SEPOM), realizou nesta segunda-feira (21), um encontro mais que especial, com o tema: “Um Tempo para Mim: porque cuidar de si também é valorizar a vida”. O objetivo tornou-se simples: escuta, acolhimento e reflexão sobre saúde mental.
OLHE PARA SI
Com o intuito de proporcionar uma experiência de cuidado, a programação foi voltada para relaxamento, conexão e uma leve pausa em meio a rotina acelerada. Um dos pontos altos, foi a condução realizada pela psicóloga Áurea Santos que levou as presentes uma conversa sobre autocuidado, limites, reconhecimento das próprias necessidades e a importância de buscar apoio quando necessário.
Helena Rodrigues, Secretária municipal de Políticas para as Mulheres, salientou lembrar às mulheres que suas necessidades emocionais merecem atenção especial e que buscar apoio é um gesto de coragem e proteção:
“Muitas vezes, na correria e diante de tantas responsabilidades, a mulher acaba colocando suas próprias necessidades em último lugar. Por isso, momentos como este são tão importantes: para lembrar que ela também precisa ser ouvida, acolhida e cuidada.” Comentou a Secretária.
PEÇA AJUDA
Falar sobre saúde mental é entender que não precisamos enfrentar momentos difíceis sozinhos. Por isso, é necessário lembrarmos dos canais e serviços oferecem acolhimento e orientação:
● SEPOM: serviço de acolhimento psicossocial
● CVV – 188: apoio emocional gratuito, 24 horas;
● SUS: atendimento por meio de UBS, CAPS, UPA e hospitais;
● Em situações de emergência, a orientação é procurar ajuda imediata pelos números SAMU (192) ou Bombeiros (193).
Com esse canais, podemos conversar o que sentimos e procurar profissionais de confiança para obtermos o cuidado necessário.
UM CUIDADO CONTÍNUO
Setembro amarelo traz uma mensagem importante: cuidar da saúde mental, faz parte do cotidiano. Não é egoísmo. É reconhecimento que a vida merece tempo, atenção e acolhimento.
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